sábado, 27 de fevereiro de 2021

Atividade prática: Trocas gasosas

Atividade prática: Trocas gasosas nas Plantas



Atividade prática: Trocas gasosas nos Animais

Pode utilizar ameijoas ou mexilhões


Muitos seres vivos realizam a respiração celular para produzir energia. Durante esse processo, utilizam matéria orgânica (C6H12O6) e oxigénio, produzem energia e libertam dióxido de carbono e água. 
Nos animais o ar inspirado é rico oxigénio e o ar expirado é rico em dióxido de carbono. Estes movimentos de ventilação pulmonar são facilmente observados observados. 
O indicador de repolho roxo é um líquido roxo que se torna vermelho quando misturado com um ácido e azul quando misturado com uma base. O dióxido de carbono vai combinar-se com a água e formar ácido carbónico.

Nesta experiência, vamos observar a expiração de dióxido de carbono em seres humanos. 

Procedimento:
1. Numere 3 tubos de ensaio
2. Encha 1/3 do tubo de ensaio 1 com o indicador de pH.
3. Use uma palhinha para soprar na solução do tubo 1 durante 30s.
Nota: Apenas sopre na palhinha, não sugue porque pode engolir a solução de repolho roxo. Quando precisar respirar, afaste-se da palhinha, inspire e depois sopre a palhinha. Anote as suas observações na tabela de dados.
4. Encha 1/3 do tubo de ensaio 2 com o indicador de pH. Adicione a mesma quantidade de água gaseificada ao tubo. Anote suas observações.
5. Encha 1/3 do tubo 3 com o indicador de pH. Compare-o com os outros tubos.
Podemos também realizar uma experiência para verificar se plantas liberam dióxido de carbono como produto da respiração celular. 
In: http://www.fef.br (pág. 67)


Procedimento:
1. Encha cada um dos tubos de ensaio com 1/3 de indicador de pH de repolho roxo. 
2. Use a pinça para colocar uma pequena camada de algodão sobre a solução indicadora de pH nos tubos. 
É muito importante que o algodão não toque na solução, então deixe algum espaço entre as camadas. Se molhar o algodão, retire-o e faça de novo. Coloque algodão suficiente para preencher 2/3 do tubo. 
3. Coloque 3-4 feijões germinados em cima do algodão no tubo de ensaio 1, 3-4 feijões não germinados no tubo de ensaio 2 e nada no tubo 3. 
4. Anote a cor inicial da solução de cada tubo. 
5. Feche o tubo de ensaio com a rolha com cuidado e cubra todos os tubos com papel alumínio. 
6. Deixe os tubos de ensaio em uma estante por 24 horas. Anote qualquer mudança.
 In: In: http://www.fef.br (pág. 68)
Resultados:
  In: http://www.fef.br (pág. 65)



Fermentação e respiração aeróbia



domingo, 21 de fevereiro de 2021

Atividade prática: Sistema respiratório

Atividade prática: observação e dissecação do sistema respiratório de um porco

Procedimento Experimental:

  1. Observa o aspeto exterior das estruturas do sistema respiratório procurando identificar as estruturas visíveis;
  2. Observa a cor dos pulmões, aperta-os um pouco e sente a sua consistência; 
  3. Introduz numa das extremidades da palhinha na traqueia e sopra; 
  4. Observa o que acontece; 
  5. Com o bisturi separa um dos pulmões das restantes estruturas; 
  6. Faz um corte longitudinal no pulmão, de modo a tornar possível a observação da sua constituição interna; 
  7. Procura identificar as estruturas visíveis; 
  8. Corta o outro pulmão e coloca-o numa tina com água; 
  9. Cobre-o todo com água e aperta-o; 
  10. Observa o que acontece. 


Elabora um registo da morfologia do sistema respiratório observado.
Descreve as características dos pulmões, os processos necessários à inspiração e expiração e o processo de hematose pulmonar.


Atividade prática: construção de um modelo do mecanismo de ventilação pulmonar

Constrói um simulador do mecanismo de ventilação pulmonar em casa com a família.



Apresente na turma o modelo construído em casa.

#EscolaVirtual Ventilação pulmonar

Prepare a discussão do modelo:
  • Estabeleça as analogias (relações) possíveis entre as partes do modelo e o organismo humano.
  • Utilize o modelo para mostrar como as alterações da pressão interna do organismo humano tornam possível a inspiração e a expiração. Explique passo a passo a expiração e a inspiração.
  • Indique as limitações do modelo.



Sistema respiratório e saúde

Patologias respiratórias


Efeitos do fumo do cigarro nos pulmões
Compreender que os cigarros podem danificar o sistema respiratório.



Os perigos do fumo do cigarro
Conhecer alguns dos efeitos que as diversas substâncias químicas presentes no fumo do cigarro têm no corpo.




Opte Por Amar Mais - campanha do SNS



terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Trocas gasosas nos seres vivos

Para viver, os seres aeróbios necessitam da entrada constante de oxigénio para as células e da eliminação eficaz do dióxido de carbono que se forma como resíduo das reações metabólicas.
 

Trocas gasosas nos Protistas (protozoários e algas) e Fungos (leveduras, bolores e cogumelos)


Difusão simples de gases através da membrana plasmática


Trocas gasosas nas Plantas




#WikiCiências - Trocas gasosas em Plantas

#EscolaVirtual - Transpiração nas plantas

#EscolaVirtual - Fatores que afetam a abertura e o fecho de estomas

#EscolaVirtual - Fatores que influenciam as tocas gasosas nas plantas

#EscolaVirtual - Funcionamento dos estomas

#EscolaVirtual - Funcionamento dos estomas - transporte ativo



#WikiCiências - A turgescência das células guarda é afetada por diversos fatores

A pressão de turgência das células guarda depende de vários fatores, como por exemplo:
  • o Ph do meio (Ph ácido fecha o estoma);
  • humidade do ar (pouca humidade fecha o estoma);
  • concentrações de iões (meio hipertónico abre o estoma);
  • o dióxido de carbono (concentrações elevadas de CO2 leva ao fecho do estoma);
  • a intensidade luminosa (estoma abre com luz e fecha sem luz) etc.
Os iões potássio entram nas células guarda por transporte ativo e a água entra por osmose e a célula fica turgida e o estoma abre. Quando os iões potássio saem a água sai por osmose o estoma fecha.


Trocas gasosas nos Animais

As trocas gasosas ocorrem ao nível das superfícies respiratórias por difusão simples. Existem vários tipos de hematose consoante a superfície em que ocorrem as trocas:

  • hematose cutânea: ocorre entre o sangue e a superfície do corpo do animal, dada a elevada vascularização do epitélio e a manutenção da humidade superficial. Este tipo de hematose é comum nos anelídeos e anfíbios.
  • hematose traqueal: nos insetos e outros artrópodes terrestres, as trocas gasosas ocorrem ao nível de um sistema de canais – as traqueias.
  • hematose branquial: ocorre entre o sangue e as brânquias, típico dos animais aquáticos
  • hematose pulmonar: ocorre entre o sangue e os pulmões, típico dos vertebrados que possuem estes órgãos especializados – os pulmões


As estruturas especializadas que asseguram as trocas dos gases respiratórios, isto é, através das quais os gases respiratórios entram e saem do organismos denominam-se superfícies respiratórias. Apesar da grande diversidade, as superfícies respiratórias apresentam um conjunto de características comuns que permitem uma difusão eficiente dos gases:

  • são superfícies húmidas, favorecendo a difusão dos gases
  • são superfícies finas, constituída, em regra, por uma única camada de células epiteliais
  • são superfícies vascularizadas, permitindo a difusão indireta
  • possuem uma morfologia que permite um grande área de contacto entre os meios interno e externo


Nos animais mais simples, como a hidra (Filo Cnidária) e a planária (Filo Platelmintes), a troca de gases faz-se diretamente do meio para as células por difusão simples.


Na minhoca (Filo anelídeos) ocorre difusão indireta (o sistema circulatório intervém na distribuição dos gases) na superfície corporal (tegumento - hematose cutânea)


Nos insetos (Filo artrópodes) ocorre difusão direta (o sistema circulatório não intervém na distribuição dos gases) por traqueias (hematose traqueal)

#EscolaVirtual - Estruturas respiratórias da barata (inseto)


Vertebrados (Peixes, Anfíbios, Repteis e Mamíferos)

Peixes - Difusão indireta com hematose branquial (em contra corrente)



Anfíbios - Difusão indireta com hematose pulmonar e cutânea 



Repteis, Aves e Mamíferos - Difusão indireta com hematose pulmonar

Aves - Sacos aéreos


As aves são animais com uma atividade metabólica muito elevada, necessitando de elevadas quantidades de oxigénio. Os pulmões das aves apresentam uma grande superfície respiratória e uma eficiente ventilação pulmonar.

Os pulmões contactam com os sacos aéreos, que se enchem de ar e possibilitam o fluxo gasoso contínuo num só sentido – sacos aéreos posteriores, pulmões, sacos aéreos anteriores. A eficácia deste sistema é explicada pelo excelente sistema de ventilação pulmonar que integra dois movimentos inspiratórios e dois expiratórios:

  • 1a inspiração o ar atravessa os brônquios até aos sacos aéreos posteriores
  • 1a expiração o ar passa dos sacos posteriores para os pulmões onde ocorre a hematose
  • 2a inspiração o ar passa dos pulmões para os sacos anteriores e entra novo ar nos sacos posteriores
  • 2a expiração o ar é expelido dos sacos anteriores em direção à traqueia para o exterior e o ar dos sacos posteriores passa para os pulmões, saindo deles ar que passará para os sacos anteriores

As inspirações e as expirações alternadas permitem uma hematose sempre com ar renovado, ao nível de finos canais intrapulmonares, os parabrônquios. O ar passa nesses canais em sentido oposto ao da circulação sanguínea pulmonar – mecanismo de contracorrente – que tal como nos peixes aumenta a eficiência da hematose.

In: https://wikiciencias.casadasciencias.org


Mamíferos

Nos mamíferos os pulmões estão localizados na caixa torácica. Aos pulmões junta-se um eficiente sistema respiratório constituídos por vias respiratórias – fossas nasais, faringe, laringe, traqueia e brônquios, que permitem não só um movimento bidireccional do ar, entre o interior e o exterior dos pulmões como o progressivo aquecimento do ar e a retenção de partículas em suspensão contidas no ar diminuindo possíveis contaminações dos organismos por substâncias estranhas. Os pulmões são constituídos por milhões de alvéolos, revestidos por um epitélios simples, cobertos de muco e altamente vascularizados por capilares sanguíneos com uma membrana muito fina, o endotélio.

A ventilação pulmonar é feita por movimentos de contracção e relaxamento dos músculos da cavidade torácica, (intercostais e diafragma). Durante a inspiração os músculos contraem, aumentando o volume do tórax. O aumento de volume torácico provoca uma diminuição da pressão alveolar em relação à pressão do ar no exterior, provocando a entrada de ar nos pulmões. A expiração, pelo contrário, é um processo passivo em que os músculos relaxam, o tórax diminui de volume, aumentando a pressão alveolar e a consequente saída do ar para o exterior.

A hematose alveolar depende da diferença de pressão parcial do oxigénio e do dióxido de carbono entre os alvéolos e os capilares sanguíneos. A pressão parcial de oxigénio nos alvéolos pulmonares é maior do que nos capilares sanguíneos e o gás difunde-se dos alvéolos para os vasos. No caso do dióxido de carbono, a pressão parcial é superior nos capilares, dando-se a difusão no sentido contrário, dos vasos para os alvéolos.

O mesmo acontece ao nível celular, em que a pressão parcial do oxigénio é menor nas células do que nos capilares, e a pressão parcial de dióxido de carbono é superior nas células, fazendo com que o oxigénio se difunda dos capilares para as células e o dióxido de carbono das células para os capilares.

In: https://wikiciencias.casadasciencias.org






Trocas gasosas - Hematose alveolar e hematose tecidular



In: http://www.cientic.com

Movimentos respiratórios - ar inspirado e ar expirado

#EscolaVirtual - Ventilação pulmonar



Transporte de gases no sangue:

domingo, 14 de fevereiro de 2021

#NamorarSemViolência


A violência é crime público. Apoiar vítimas é uma responsabilidade coletiva. Ligue 800 202 148 ou envie uma SMS para o 3060. A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género regista, desde o início da pandemia, 1696 pedidos de ajuda nestas linhas.

In: https://www.cig.gov.pt


A Química do Amor

Sem querer diminuir aos vossos olhos a força e beleza de tão nobre sentimento, a verdade é que o “Amor” é um complexo fenómeno neurobiológico, baseado em atividades cerebrais que incluem o desejo, a confiança, o prazer e a recompensa e envolvem a ação de um número elevado de mensageiros químicos.

Quando duas pessoas estão apaixonadas, existe mesmo química entre elas: os cientistas já encontraram muitas relações diretas entre os compostos químicos que circulam no nosso sangue e atuam sobre o nosso cérebro e os nossos comportamentos nas diversas fases do Amor.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Processo de Avaliação em regime de E@D

A avaliação no regime de E@D vai assumir essencialmente uma natureza formativa.

A avaliação do 2.º período atende ao conhecimento que a professora tem do trabalho realizado por cada aluno ao longo dos 1.º e 2.º períodos letivos e às aprendizagens desenvolvidas, tendo em conta as circunstâncias específicas de realização do 2.º período.

A recolha de evidências das aprendizagens realizadas no regime de E@D será realizada de forma sistemática em registos semanais:

  • da participação nas aulas síncronas 
    • pontualidade, 
    • comportamento,
    • participação/ questionamento;
  • das tarefas realizadas nas aulas síncronas de turnos (registos/relatórios de atividades práticas, resolução de atividades de discussão, resolução de exercícios de avaliação,...) 
    • qualidade das tarefas realizadas e cumprimento das orientações,
    • quantidade das tarefas realizadas e cumprimento dos prazos;
  • dos questionários eletrónicos relativos aos conteúdos lecionados.

Na avaliação do 2.º período serão, ainda, ponderados os resultados:
  • Ficha de avaliação já realizada em regime presencial;
  • Atividades facultativas de avaliação tais como:
    • Atividades práticas, 
    • Atividades de DAC (Domínios de Autonomia Curricular) e Atividades de Cidadania & Desenvolvimento, 
      • ver as orientações nos posts com as etiquetas respetivas.
    • Trabalho do 2.º período (modelo, cartaz, trabalho de pesquisa, vídeo...), 

Calendário escolar
Em resultado da interrupção das atividades educativas e letivas entre 22 de janeiro e 5 de fevereiro, “o calendário escolar sofrerá alterações através de despacho”, designadamente através dos seguintes ajustes:

  1. supressão da pausa letiva de Carnaval, prevista de 15 a 17 de fevereiro;
  2. alteração na pausa letiva da Páscoa, que passa a ter início no dia 29 de março e a terminar a 1 de abril;
  3. alteração das datas de conclusão do terceiro período para os diferentes anos de escolaridade.

Organização das atividades letivas em regime de E@D

A partir do dia 8 de fevereiro de 2021, as atividades educativas e letivas são retomadas em regime E@D.

O trabalho na modalidade de E@D será desenvolvido através de sessões síncronas e assíncronas:

"Sessão assíncrona", aquela que é desenvolvida em tempo não real, em que os alunos trabalham autonomamente, acedendo a recursos educativos e formativos e a outros materiais curriculares disponibilizados na plataforma Teams, no #EstudoEmCasa ou no blogue da disciplina, bem como a ferramentas de comunicação que lhes permitem estabelecer interação com os seus pares e docente (Email e Conversa-Teams), em torno das temáticas em estudo.

"Sessão síncrona com toda a turma", aquela que é desenvolvida em tempo real e que permite aos alunos interagirem online com o seu docente e com os seus pares para participarem nas atividades letivas de apresentação de conteúdos, esclarecerem as suas dúvidas ou questões.

"Sessão síncrona com um turno de alunos", aquela que é desenvolvida em tempo real e que permite aos alunos interagirem online com o seu docente e com os seus pares para realizarem as tarefas/ atividades práticas, esclarecerem as suas dúvidas ou questões e apresentarem trabalhos.